Nova York concentrou mais da metade dos gastos de brasileiros na Copa do Mundo, diz Wise

Levantamento considerou os gastos realizados presencialmente por usuários brasileiros do cartão Wise entre 11 de junho e 19 de julho

Divulgação/Civitatis

Levantamento considerou os gastos realizados presencialmente por usuários brasileiros do cartão Wise entre 11 de junho e 19 de julho

Um levantamento da Wise sobre o comportamento de consumo dos clientes brasileiros durante a Copa do Mundo 2026 aponta que cidades-sede como Houston e Cidade do México registraram forte aumento no consumo em relação a 2025, ano que não teve um evento deste porte.

Só em Houston, sete partidas do torneio foram realizadas, incluindo um jogo da seleção brasileira, e o aumento no consumo pelos brasileiros foi de 184%. Os dados mostram ainda que os turistas não se limitaram aos gastos básicos de viagem, destinando uma fatia do orçamento para a compra de eletrônicos. O volume de gastos na Cidade do México, por sua vez, foi 275% maior.

O levantamento considera os gastos realizados presencialmente por usuários brasileiros do cartão Wise entre 11 de junho e 19 de julho nas cidades que receberam jogos da seleção brasileira e também as cerimônias de abertura.

Região de Nova York concentrou mais da metade dos gastos

Considerando todas as cidades que receberam partidas da seleção brasileira e cerimônias de abertura, a região de Nova York/Nova Jersey concentrou cerca de 50% do volume gasto pelos brasileiros clientes da Wise. Este número reflete tanto a realização de duas partidas da seleção brasileira no MetLife Stadium quanto a relevância que o destino já tem entre turistas brasileiros.

Na sequência aparecem Miami, com 26,8% do volume gasto, e Toronto, com 11,2%. Apesar de um crescimento alto de 2025 para este ano (como vimos mais acima), a Cidade do México registrou o menor volume de gastos entre as cidades analisadas.

No geral, o volume total de gastos realizados com as carteiras digitais combinadas (Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay) ultrapassou os gastos com o cartão físico. As transações com carteiras digitais no período alcançaram 50% do volume total, superando o cartão físico (49,9%).

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